Prefeitura de Senhor do Bonfim avança com estadualização do HDAM e consolida novo momento para a saúde regional

  


A Prefeitura de Senhor do Bonfim deu mais um importante passo rumo à estadualização do Hospital Dom Antônio Monteiro (HDAM). Nesta terça-feira (19), em Salvador, o prefeito Laércio Júnior juntamente com o governador Jerônimo Rodrigues, assinou o termo de cessão de uso, publicização do serviço e seleção da organização social que ficará responsável pela gestão da unidade hospitalar. O ato marca mais uma etapa de um processo histórico construído em parceria com o Governo do Estado para fortalecer a assistência em saúde em toda a região. 

“Esse é mais um importante passo de uma conquista que não é só bonfinense, é de toda a região. Assumimos o HDAM com R$ 2,8 milhões em débitos acumulados e estrutura fragilizada no pós-pandemia. Reorganizamos as contas, restabelecemos a credibilidade, implantamos a nova maternidade com Centro de Parto Normal, asseguramos plantões médicos completos, credenciamos leitos de UTI geral e neonatal, entre muitas outras conquistas. Recebemos um hospital endividado e estamos entregando estruturado, funcionando plenamente. Não estamos transferindo problema, estamos trabalhando pelo avanço da saúde da nossa gente”, afirmou o prefeito Laércio Júnior durante a assinatura acompanhado do deputado estadual Niltinho. 

A proposta de estadualização

Foi oficialmente apresentada em março deste ano e aprovada pela Câmara de Vereadores e pelo Conselho Municipal de Saúde, consolidando um amplo debate técnico e regional. A transição prevê continuidade dos atendimentos, ampliação de especialidades, fortalecimento das equipes e aumento da resolutividade hospitalar, reduzindo a necessidade de deslocamentos de pacientes para outros centros. 

Ampliação

Com a gestão estadual, a previsão é ampliar a capacidade do HDAM, que atualmente possui 87 leitos, podendo chegar a 115. O projeto também prevê dobrar a capacidade da UTI neonatal, ampliar cirurgias, fortalecer a ortopedia e intensificar o atendimento à gestação de alto risco. O investimento estimado é de R$ 55 milhões por ano em custeio, além de cerca de R$ 21 milhões em obras, reformas e adequações para transformar a unidade em referência de média e alta complexidade. 

 

 

Ascom PMSB

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