Segundo o presidente americano, a ação teria envolvido ataques de grande proporção à capital venezuelana, Caracas, e resultou na detenção de Maduro, que teria sido levado para fora do país junto com a esposa. Trump destacou ainda que a operação contou com a atuação conjunta das forças de segurança dos Estados Unidos e anunciou a realização de uma coletiva de imprensa para detalhar a ação.
Diante das informações, o governo da Venezuela reagiu duramente, classificando o episódio como uma agressão militar. Em comunicado oficial, Nicolás Maduro declarou estado de emergência em todo o território nacional e convocou a população à mobilização.
“Todo o país deve se levantar para enfrentar essa agressão imperialista”, afirmou o governo venezuelano, conforme relatos da imprensa internacional. O comunicado também acusa os Estados Unidos de promover ataques em áreas civis e militares não apenas em Caracas, mas também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
Ainda segundo o governo bolivariano, forças sociais, políticas e a Força Armada Nacional Bolivariana foram colocadas em prontidão para garantir a soberania do país. “O povo venezuelano está mobilizado para defender a paz e a independência nacional”, diz a nota oficial.
A ofensiva acontece apenas dois dias após Maduro declarar publicamente disposição para dialogar com o governo norte-americano, afirmando que estaria disposto a uma conversa direta com Trump, desde que baseada em fatos concretos.
O episódio também provocou reação de líderes da região. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, usou as redes sociais para alertar sobre a gravidade da situação, afirmando que Caracas estaria sendo bombardeada. Petro pediu uma reunião imediata da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da Organização das Nações Unidas (ONU) para tratar do caso.
O cenário segue em rápida evolução e gera forte tensão política e diplomática na América Latina e no cenário internacional.

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