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Secretaria de Saúde aplica cal às margens do canal da Nova Esperança no combate ao aedes aegypti e muriçoca



A equipe do Núcleo de Combate às Endemias da Secretaria Municipal de Saúde No combate a reprodução das larvas do Aedes aegypti, realizou neste fim de semana (24), a aplicação de cal nas margens do canal Nova Esperança. A ação tem por objetivo impedir a reprodução dos mosquitos Aedes aegypti e Cullex (muriçoca comum). Foram utilizados cerca 200 kg de cal.

Quando a cal entra em contato com a água eleva a temperatura da mesma e cria um ambiente alcalino, eliminando todas as larvas existentes naquele local e impedindo a reprodução. O trabalho realizado pelo núcleo de combate às endemias acontece após a limpeza dos canais, realizado pela Secretaria de Serviços Públicos.

A SESAU orienta ainda a população para os cuidados nas residências com recipientes que possam acumular água, em especial nesse período chuvoso. Dicas como: deixar virado vasilhas, baldes e até pá de lixo para não se tornar criadouro desse mosquito; usar água sanitária ou cloro é outra saída em recipientes fechados ou ralos.  Outra solicitação da Secretaria de Saúde é com relação ao descarte de lixo, que devem ser destinados corretamente através da coleta diária que o município realiza, o descarte em terrenos baldios pode proliferar a reprodução do mosquito e trazer conseqüências graves para toda a população.

A Superintendente de Vigilância e Saúde, Tatiane Malta afirma que os agendes de endemias realizam visitas aos domicílios e tratam dos canais na cidade. “A ação do setor de combate às endemias está ativa na cidade. Estamos realizando a aplicação de cal à medida que a SESP realiza a limpeza dos canais, os agentes diariamente visitam as residências e qualquer indício de local para proliferação, este é tratado e os moradores orientados sobre os cuidados que devem tomar. Lembramos mais uma vez que esse é um trabalho em conjunto, poder público e população”, explicou.

A Secretaria de Saúde disponibiliza o telefone 074 99198 3057 para denúncia de possíveis focos do aedes, o número também funciona como WhatsApp.  

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Débora Sousa/ SESAU

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