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Juazeiro está entre as 10 piores cidades para se viver na Bahia, segundo site



O Estado da Bahia é conhecido pelo carnaval, pelas comidas típicas deliciosas e pelas praias magnificas, mas ali também se encontram algumas das cidades com os índices de desenvolvimento humano mais baixos do Brasil.

Infelizmente o nordeste sempre é uma região afetada por secas e miséria, e isso contribui muito para que o índice seja baixo.

Historicamente o nordeste foi importante devido às plantações de cana de açúcar por volta do ano de 1600, mas o solo começou a perder a capacidade produtiva depois da monocultura excessiva e essa região do Brasil passou a vivenciar um declínio econômico que até hoje não foi superado.

A seguir separamos algumas das piores cidades para viver na Bahia de acordo com o Índice de desenvolvimento humano de cada uma, então clique aqui e veja!




10. Jequié

População: 161.880
IDH: 0,665
Renda per capita: R$ 473,92

No ano de 1911 a cidade adquiriu tamanha importância que um decreto do Presidente da Assembleia Legislativa tentou transferir a capital de Salvador para Jequié, o que não deu muito certo e acabou forçando à uma renúncia do então politico.

A cidade tem um índice de desenvolvimento humano considerado médio, e cerca de 48% dos municípios brasileiros proporcionam condições melhores de vida aos seus habitantes do que Jequié.

Problemas com inundações são frequentes, e, principalmente nas regiões mais pobres do município os prejuízos são enormes para a população.

Os problemas na educação também são muitos, e a cidade virou inclusive motivo de meme na Internet por conta de mochilas distribuídas aos alunos de escolas públicas que estavam bem acima do tamanho das crianças.

9. Camaçari

População: 281 413
IDH: 0,700
Renda per capita: R$ 553,18

Camaçari é conhecida por ser uma cidade industrial e por ter o segundo maior Produto Interno Bruto do Estado da Bahia, o primeiro lugar é de Salvador.

A grave crise financeira que afeta o município levou o prefeito a suspender a comemoração de diversos eventos na cidade e inclusive suspender a contratação de funcionários.

Infelizmente 7,3% das famílias do município ainda convivem com o esgoto a céu aberto, o que acaba provocando doenças na população.

8. Ilhéus

População: 182.350
IDH: 0,690
Renda per capita: R$ 579,46

A terra de Gabriela, personagem mais famosa de Jorge Amado, infelizmente tem um índice de desenvolvimento humano considerado médio, e ocupa o 13° entre as cidades na Bahia.

A falta de médicos nos postos de saúde é um problema grave da cidade, e provoca longas filas nos postos de saúde da região.

A expansão da cidade também causa graves danos ambientais, pois parte da população ocupa áreas irregulares e acaba criando favelas nas beiras dos rios e despejando esgoto e lixo nos córregos da cidade.
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7. Teixeira de Freitas

População: 159 813
IDH: 0,685
Renda per capita: R$ 560,73

Teixeira de Freitas é um município localizado no sul da Bahia que está a 809 km de Salvador.

Os problemas na área da saúde na cidade são frequentes, pois faltam médicos, equipamentos, e materiais para realizar os exames.

A cidade também possui muitos problemas com a população indígena, pois muitos deles vivem abandonados à própria sorte e tem que mendigar pelas ruas da cidade.


6. Alagoinhas

População: 155.362
IDH: 0,683
Renda per capita: R$ 553,17

O nome se deve à qualidade da água do município, que é considerada uma das melhores do mundo.

O saneamento básico é um grande problema da cidade, pois apenas 32% das famílias tem rede de esgoto em casa, um número bem menor do que a média nacional, que  é de 41,93%.

A saúde do município também enfrenta graves problemas diante das constantes greves e faltas de medicamentos e profissionais para atender a população.


5. Vitória da Conquista

População: 346.069
IDH: 0,678
Renda per capita: 555,66

Vitória da Conquista é conhecida por ser a terceira maior cidade da Bahia, além de ser a quarta maior cidade do interior do nordeste.

Até a década de 40, a principal fonte de renda do município era a pecuária, mas atualmente a cidade se tornou um polo industrial importante.

Um dos maiores problemas da região são as constantes faltas de água, pois a cidade vive  uma estiagem a cerca de cinco anos, e o Ministério da Defesa reconheceu que a cidade estava em situação de emergência no começo de 2017.

A falta de pavimentação em algumas ruas é outro problema da cidade, pois os moradores sofrem com o excesso de poeira em suas casas e problemas respiratórios.

4 - Juazeiro

População: 220.253
IDH: 0,677
Renda per capita: R$ 476,58

A cidade foi assim nomeada por conta de presença de juazeiros em sua vegetação, que é uma árvore típica do sertão nordestino.

As constantes greves dos hospitais da região são um problema, pois os funcionários frequentemente alegam atrasos em seus salários.

Muitos pacientes dos hospitais da região tem que ser encaminhados para unidades de saúde de Petrolina, cidade vizinha, pois não há leitos suficientes em Juazeiro.

Além disso, 8,4% dos domicílios da cidade ainda convivem com o esgoto a céu aberto, que provoca muitos problemas de saúde na população.

3. Eunápolis

População: 114.275
IDH: 0,677
Renda per capita: R$ 575,44

Eunápolis é um dos municípios mais afetados pela falta de saneamento básico, pois somente 20,4% das famílias tem rede de esgoto em casa.

É bastante alarmante que uma cidade do porte de Eunápolis não  tenham um sistema de coleta de esgoto eficiente, pois está bem abaixo da média nacional que é de 41,93%.

O número de estabelecimentos de ensino básico per capita também está bem abaixo da média nacional, pois em Eunápolis é de 117,3 unidades por cada 100 mil habitantes, enquanto no Brasil o índice é de 203,09 por 100 mil habitantes.

2. Porto Seguro

População: 145.431
IDH: 0,676
Renda per capita: R$ 527,04

Porto Seguro é conhecida por seu carnaval e por ser uma das cidades mais importantes do  sul da Bahia, mas, infelizmente, ela é a penúltima colocada desta lista.

Escolas com falta de materiais e funcionários são um dos problemas principais da região, o que leva a frequentes protestos dos alunos por melhores condições de ensino.

O turismo também traz prejuízos à cidade, pois, apesar de ser uma boa fonte de renda ao município, o lixo deixado pelos visitantes acaba contribuindo para a degradação do meio ambiente.

1. Paulo Afonso

População: 119.214
IDH: 0,674
Renda per capita: R$ 544,73

Paulo Afonso é a última colocada da lista de piores cidades para viver na Bahia, e ocupa a 23ᵃ posição no ranking do IDH estadual.

Atualmente a usina hidrelétrica que foi construída na cidade tem sido um dos principais atrativos turísticos e fonte de renda para a população.

Um dos maiores problemas enfrentados pelo município é a taxa de mortalidade infantil, cujo índice é cerca de 15% maior do que a média nacional.

A taxa de analfabetismo em pessoas maiores de 15 anos também está acima da média nacional, pois enquanto em Paulo Afonso ela representa uma taxa de cerca de 15%, no restante do país ela é de 9%.


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